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Energia Reactiva


A energia reactiva poderá representar um custo significativo na sua factura energética sendo actualmente um dos principais alvos de implementação de medidas de eficiência energética, quer pela simplicidade de implementação quer pela rentabilidade que este tipo de intervenções pode originar.


Verifique se na sua factura de energia existe uma parcela respeitante à facturação de energia reactiva. Caso essa parcela de energia conste na sua factura entre em contacto connosco.


Entenda o que a energia reactiva?


É a responsável pela criação do campo magnético para fazer girar o motor, assim como também é precisa para todos os equipamentos que usem campos magnéticos, como por exemplo transformadores e geradores.
A grande maioria dos equipamentos eléctricos que conhecemos necessitam para o seu funcionamento de dois tipos de energia, energia activa e energia reactiva.

 

A energia activa é o que podemos chamar de energia útil, responsável pelo trabalho, calor, força, movimento, entre outros. A unidade de medida utilizada na contabilização da energia activa é o W.


A energia reactiva embora necessária produz apenas o campo electromagnético necessário ao funcionamento dos equipamentos eléctricos como transformadores, motores ou geradores. A unidade de medida utilizada na contabilização de energia reactiva é VArh (Volt - Ampere – reactivos).

 

Factor de potência


Quando se fala em energia reactiva, fala-se sempre em factor de potência. O factor de potência exprime o grau de eficiência do uso dos sistemas eléctricos.
O factor de potência pode variar entre 0 e 1.
Um índice 1 no factor de potência indica que toda a electricidade que atravessa o contador está a ser usada a 100%, o que significa um uso eficiente do sistema eléctrico.
Acontece que na maioria das situações o factor de potência é de cerca de 0,77, o que significa que apenas 77% da electricidade que passa através do contador está a ser utilizada de forma eficaz, os restantes 23% são desperdiçados em energia reactiva. Quando assim é, significa que a instalação reúne as condições favoráveis à implementação de medidas de eficiência energética com elevada rentabilidade e retorno a curto prazo.
Consulte-nos e saiba se esta será a sua situação.


       

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Quem paga energia reactiva


Verifique o tipo de contrato que tem com o seu fornecedor de energia.


Contrato BTN – (Baixa Tensão Normal)
Este tipo de contrato aplica-se a particulares e pequeno comércio. Nestes casos o consumo de energia recativa não é facturado pelos fornecedores de energia existentes no mercado.
Contudo é possível, aos titulares deste tipo de contractos de fornecimento de energia, reduzir o consumo energético através da instalação de um controlador de energia. Clique aqui e veja como.

Contrato BTE – (Baixa Tensão Especial)
Os contractos de baixa tensão especial (BTE), aplicam-se ao comércio e indústria em geral.
Os titulares deste tipo de contractos de fornecimento de energia são alvo de facturação pelo consumo de energia reactiva. Neste tipo de situações é recomendável efectuar uma análise à instalação eléctrica para verificar o índice do factor de potência.
Este tipo de observação pode ser verificado através da análise de uma factura energética.
Nestes casos a aplicação de baterias de condensadores permitirá eliminar o consumo de energia reactiva, enquanto a instalação de um controlador de energia possibilitará obter uma redução do consumo de energia em geral para alem de também eliminar a reactiva.
Este tipo de aplicação, dependente do índice do factor de potência existente, poderá permitir uma redução na sua factura energética na ordem dos 30%.

Contractos de MT - (Média Tensão)
Nestes casos os titulares dos contractos de fornecimento de energia poderão eliminar o consumo de energia reactiva através da instalação de baterias de condensadores. Este tipo de aplicação, dependente do índice do factor de potência existente, poderá permitir uma redução na sua factura energética na ordem dos 30%.

 

Como é facturada a energia reactiva?


A ERSE (Entidade Reguladora dos serviços Energéticos) aprovou no final de 2011 as novas regras de facturação da energia reactiva que entraram em vigor no início de 2012.
Estas novas regras vêm assim penalizar de forma severa quem não tomar medidas eficientes no que diz respeito a utilização de energia eléctrica.
As principais alterações promovidas pela ERSE consistiram na fixação de um valor mais exigente na facturação da energia reactiva indutiva no período fora de vazio (tg φ ≥ 0.3), introdução de 3 escalões de preço em função da tg φ (0.3; 0.4 e 0.5), que se define pelo quociente entre a energia reactiva e energia activa.

 

Os factores multiplicativos a aplicar são os seguintes:

Descrição

Factor Multiplicativo

Escalão 1 (a partir de 1.1.2012)

Para  0,3 ≤tg φ < 0,4

0.33

Escalão 2

Para  0,4 ≤tg φ < 0,5

1

Escalão 3

Para   tg φ  ≥ 0,5

3

       


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 Fonte:

Despacho da ERSE N.º 3/2010;

Despacho da ERSE N.º 10/2010;

Tarifário de Venda de Energia Eléctrica a Clientes Finais 2011 (EEM).

 

 
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